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sexta-feira, 18 de junho de 2010

“Bem- aventurado é aquele que não se ofende em mim”










“Bem- aventurado é aquele que não se ofende em mim”

“Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti.”

Quando Jesus disse está consumado, Ele declarou que havia ganho a última e decisiva batalha contra Seus inimigos; o resultado do grande conflito com o mal estava assegurado. Este conflito ainda não terminou, mas sei como vai terminar, porque Jesus obteve a vitória no Calvário e deixou registrada naquela cruz a história da minha Redenção. Durante Sua vida ensinou-me os segredos de um viver autêntico, curou enfermos, sarou feridas, perdoou e chorou com a dor humana. Aos hipócritas e aos necessitados falou com autoridade, porque tinha consciência de agir como Filho do Eterno Deus, e não apenas um simples pregador, muito menos um filósofo. Jesus ressuscitou e o sangue que verteu naquela cruz foi o preço pago pela minha liberdade. Ele morreu para que eu fosse liberta da pretensa posse que Seu inimigo reclama ter. Ele é o meu Senhor por direito. Primeiro, porque é o meu Criador, segundo, porque deu Sua vida pela minha. (Filipenses 2:7-8). Quero libertação sem obrigações? Confesso-me cristã, mas acabo com um Salvador à minha própria moda? É possível que eu esteja recebendo Jesus como Salvador e O rejeitando como Senhor? Sim, é possível! Daí talvez minhas divergências entre o falar e o agir. É somente aceitando Sua soberania em minha vida que prova que O aceitei como Salvador. Tempo da graça... Um tempo que o Criador misericordioso me concede e no qual continua incessantemente me fazendo apelo para que eu aceite plenamente o Seu sacrifício em meu favor. A crucificação é a cena da vida de Jesus que mais requer reflexão. Seu único crime foi me amar incondicionalmente. Seu corpo padeceu porque Seu coração não desistiu de mim. Suas costas foram dilaceradas, simplesmente porque Ele optou por carregar os meus fardos e culpas. Suas mãos e pés, perfurados pelos cravos... Cravos que eram meus e me condenavam! (Isaías 53:3-9). E que cravos! Cada cravo deveria ter cerca de 15 a 20 cm. Jesus foi obrigado a forçar todos os músculos de suas costas para não ter os seus pulsos rasgados. Porém, não podia ficar tanto tempo nesta posição porque perdia todo o ar de seus pulmões. Desta forma, era obrigado a se apoiar no cravo enfiado em seus pés, que por sua vez, era maior que os dos pulsos. Como seus pés não suportavam por muito tempo também, Jesus era obrigado a alternar este "ciclo", simplesmente para conseguir respirar. Essa tortura durou um pouco mais de 3 horas. Porém, em meio a tanta dor, Seu amor infinito ainda lhe deu forças para interceder por mim. Ele disse: “Pai perdoa porque eles não sabem o que fazem.”

Estou numa situação difícil ? Tão difícil assim que eu deva me perder em murmurações? Preciso compreender e acreditar que não estou só. Sustentar-me na promessa de que “Bem aventurado é aquele que não se ofende em Mim.”

Não se ofende... não se frustra. Sua morte e ressurreição têm que me dar a certeza de um presente de vitórias e de um amanhã de paz e felicidade eterna. Ele é Deus. Conselheiro nos momentos de dúvida e inquietação. O socorro presente na tribulação. O Amigo fiel, capaz de compreender os segredos da alma e que por isso, também tem que me disciplinar e corrigir. Tenho que aprender a não me frustrar com Suas respostas. Tenho que respeitar e aceitar os Seus silêncios, os Seus ‘‘nãos’’, o Seu Tempo. Ele é o Senhor e eu a serva. Preciso aprender que Ele é o SENHOR e não eu. Ele não está ao meu serviço, sou eu quem tem que servir. Preciso crer que Ele me ama profundamente e que só tem “bons pensamentos acerca de mim”. Ele é Aquele a Quem devo abrir o coração, os pensamentos, os segredos e falhas. Não preciso temer procurá-LO, não preciso me envergonhar. Não importa a besteira que tenha cometido devo saber que me receberá. E que com Seu amor me acolherá sem condenação ou humilhação, e me repreenderá, mas também me perdoará. Não importa o tamanho do problema, o momento, ainda que de madrugada, ou onde estiver Ele lá estará. Para me ouvir, me confortar, me encorajar. Jesus é o único que pode me livrar das cadeias invisíveis que teimam em me aprisionar (I João 5: 20). Que no dia de hoje você experimente a certeza de que existe Alguém que deu a vida por você. Que você seja capaz de entender e aceitar esse amor. Um amor com aroma de espinhos que se deu sem pensar no próprio bem.

(Não deixe de escutar este vídeo)


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Quem dizeis que EU SOU? (parte 2)



A Autora:

Ruth ...





Eu digo que o Deus Criador é um Deus de pactos e alianças.

“Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4:16)

“...então me lembrarei da minha aliança, firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda a carne; (...)” (Gênesis 9:15-16)

Um Deus fiel as Suas promessas. Pelo menos é o que compreendo quando leio Gênesis 2:18: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.”

Em outras palavras, “far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja uma assistente”. Essas palavras do Criador encerram em sua essência muito mais que um significado de “serva”. A mulher, segundo Deus, deve ser para o homem outra parte de si mesmo, sem quem ele seria incompleto, com quem ele transmita e de quem ele receba inspiração e amor em sua totalidade do ser.

“Deu nome o homem a todos os animais domésticos, às aves do céu e a todos os animais selváticos; para o homem, todavia, não se achava uma auxiliadora idônea. Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das costelas, e fechou o lugar com carne. E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe.” (Gênesis 2:20-22)

Isto me diz que Deus não fez o homem e a mulher segundo o modelo dos animais. Deus os criou a “Sua imagem”. Essa assistente tão necessária ao homem e que Deus proveu para o homem, não fora inspirada a não ser NEle mesmo à partir de Adão. Ele a buscou na própria natureza de Adão. Essa substância não a tirou de membros interiores do homem, como tentam nos fazer crer os adeptos do pensamento de que Deus é machista e Sua Palavra também, mas a extraiu de sua essência biológica.

A mulher é chamada para estar lado a lado com o seu esposo, com o seu igual, para que juntos e em submissão comum a Deus, possam realizar, segundo a parte que compete a cada um, o projeto e o destino atribuído à raça humana: nascer para amar e ser amada.

O amor é um dom de Deus e o casamento é a expressão da vontade divina. “De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mateus 19:6)

No projeto de Deus o casamento não se restringe a reprodução, mas é o pensamento concreto de uma estrutura social que prioriza a felicidade humana. Porém, quando os princípios que devem servir de base para essa estrutura são negligenciados o que resulta é a tristeza, a frustração e a dor. Por isso, um dos princípios estabelecidos pelo Criador para proteger essa coesão humana é o amor e a fidelidade.

Essa relação pactuada de amor e de compromisso com a qual Deus deseja que se envolvam amigos, filhos, pais, irmãos, namorados, noivos e casados é extraída, em sua essência, da relação que Ele quer que exista entre nós e Ele.

Na Bíblia encontramos muitas dessas histórias de pactos de amizade e amor. Esse é o verdadeiro significado da troca de alianças: UM PACTO ENTRE DUAS PARTES.

No caráter de Deus estão unidos o amor e a justiça. Por isso, o pacto que faz com Seus amigos está condicionado a Sua própria fidelidade. Jamais a Sua fidelidade está condicionada à nossa. Jamais. Deus não rompe Seus pactos porque é impossível a Ele mentir. O rompimento sempre vem por parte do homem e os resultados da nossa quebra de pacto provocam tristeza em Deus porque Ele sabe que o resultado maior será a infelicidade do próprio homem.

Por isso, respeitando o nosso livre arbítrio, Ele nos adverte quanto à importância de nossa fidelidade e quanto à violação do pacto. E aos que forem fiéis Deus dá a Sua garantia de bênçãos.

Porém, se rompermos e nos arrependermos, por Sua fidelidade, Ele promete nos receber novamente como amigos.

“eu me lembrarei do meu pacto com Jacó, do meupacto com Isaque, e do meu pacto com Abraão; e bem assim da terra me lembrarei. (...)Todavia, ainda assim, quando eles estiverem na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem os abominarei a ponto de consumi-los totalmente e quebrar o meu pacto com eles; porque eu sou o Senhor seu Deus. Antes por amor deles me lembrarei do pacto com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos das nações, para ser o seu Deus. Eu sou o Senhor. “ (Levítico 26:42,44)

“Pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te tenho gravado...” Isaías 49:15

Em 1992 estas palavras tiveram sentido pleno na minha vida. Meu primogênito, na época um bebezinho, teve uma infecção no ouvido e o otorrino lhe prescreveu um antiflamatório. Este medicamento precisava de horas específicas e uma das doses deveria ser ministrada durante a madrugada. Coloquei a medicação próxima ao abajur e no horário determinado preparei em uma colher. Eu estava muito sonolenta, após um dia duro de trabalho, e Israel dormia tranqüilamente. Pelo menos era o que eu pensava.

Eu lia para ele todas as noites antes de fazê-lo dormir o salmo 121:1-7













Às 03h00min da manhã o despertador me acordou, era a hora da 2ª dose. No momento em que ia ministrar a medicação senti uma forte mão sobre a minha e em seguida esta mão deu uma forte pancada em minha mão. Era como se alguém tivesse batido para provocar a queda da medicação... impedindo que eu desse o remédio.

Em meio à incompreensão do que acabara de ocorrer zanguei-me por haver derrubado a medicação, então acendi a luz do quarto para preparar de novo. O quarto estava iluminado apenas pelo abajur. Qual foi meu espanto após acender a luz! Israel estava já com o corpinho completamente avermelhado. Era uma reação alérgica ao medicamento.

O que teria acontecido se não fora aquela Mão? Tenho plena convicção de que eu não estava sozinha naquela noite. O Senhor cuidou do meu filhinho. O Senhor percebeu o meu cansaço e decidiu ficar em minha casa. Decidiu ficar ao meu lado para ajudar-me.

“Eu me deito e durmo; acordo, pois o Senhor me sustenta.” (Salmo 3:5)

Naquela noite apaixonei-me novamente por esse Amigo fiel e sempre presente e mais uma vez renovei meu pacto com Deus.

Sem pacto entre a criatura e o Criador não há relacionamento. Precisamos desse pacto com Deus se quisermos ter um relacionamento forte e vencedor. Entregar a direção de nossas vidas para Ele, reconhecendo que somos, em essência, Seus. Precisamos crer em Seu amor e confiar em Sua fidelidade e promessas. Ele só tem pensamentos de paz para conosco. Seu projeto é dar-nos felicidade eterna e irrestrita. Ser um conosco.

Mas, qual seria esse pacto? Um pacto de escolha: esse é o meu Deus e é a Ele a quem vou servir. Um pacto que confirme o reconhecimento de que Ele é o Grande Criador de tudo no Universo. Um pacto que confirme o Seu direito absoluto de ser Deus.

A proposta de Jesus para nós é de que amemos ao Pai e as pessoas, e usemos as coisas, e não que amemos as coisas e usemos Deus ou as pessoas para obtê-las. Somente por amor temos um relacionamento incondicional com o nosso próximo e com Ele.

A nossa fidelidade a Deus não deve constituir-se num meio de obter bênçãos materiais, mas testemunhar que Ele é o Deus da nossa vida. Que o Deus Criador seja o provedor absoluto dos sentimentos que há em nossos corações. Que Suas bênçãos possam estar sobre nós hoje a cada dia de nossas vidas.





Conheça mais sobre a autora: Ruth ...

sábado, 16 de maio de 2009

QUEM DIZEIS QUE EU SOU? (parte I)



A Autora:

Ruth ...






No tempo de Jesus alguns disseram:


“Este é Jesus, o Profeta de Nazaré da Galiléia” (Mateus 21:11)

“E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou Seu povo.” (Lucas 7:16)

“Interrogou Jesus a Seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: uns João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas. E DISSE-LHES JESUS: E VÓS, QUEM DIZEIS QUE EU SOU?”
(Mateus 16: 14-15)

Eu creio que Jesus é Deus, assim como creio que a Bíblia é a Sua Palavra. Embora, não tenha visto ainda Sua santa face e saiba que Seu trono está “longe” de mim, simplesmente porque está em outra dimensão. Embora, não tenha tocado as marcas de Suas mãos, simplesmente porque viveu em outra época da História.

Porém, por mais paradoxal que seja, já pude senti-LO e ouvi-LO em situações de medo, angústia e sofrimento. Pude sentir Seu toque em muitas vitórias, mas também em muitas ‘quedas’.

A História do amor de Deus a conheço, sei porque outros dela me falaram. Mas também a experimento, porque a tenho vivenciado em meu dia-a-dia. Ouvi falar e li sobre Sua mensagem de esperança, quando falou de uma sociedade fundamentada na justiça social, na transformação do caráter humano, na verdadeira espiritualidade.

Acredito em Sua mensagem, quando representou a Si mesmo como o Filho de Deus e ao Pai como Misericordioso e Conselheiro. Por isso, me sinto livre. Livre do meu passado e sem medo do presente ou do futuro, porque creio que na cruz Sua morte venceu a morte e a dor. Creio que Sua morte é a resposta a todas as indagações humanas. Creio e aceito Seu sacrifício por mim. Eu digo que Jesus é o Grande Eu Sou.

Eu digo que Jesus é Deus conosco. Seu sacrifício na cruz foi o ápice do Seu imensurável amor. A Sua morte e ressurreição me dão a certeza de um presente de vitórias e de um amanhã de paz e felicidade eterna. Ele é o meu Deus. Meu Conselheiro nos momentos de dúvida e inquietação. Não tenho o direito de duvidar da Sua existência e amor, porque em minha vida Sua presença está escrita e revelada.

Em 1987 tive uma resposta imediata a uma oração suplicando Sua intervenção. Era um domingo pela manhã, eu e minha irmã nos dirigíamos à igreja para uma reunião administrativa. A igreja ficava no centro da cidade e aos domingos o centro tem o seu comércio fechado, não há movimentação de pessoas, o que favorecia muito a ação de marginais. Vivíamos nesta época sob a ameaça constante de ataques de menores infratores, aos quais chamávamos na época de mirins.

Após descermos do ônibus tivemos que caminhar uns dois quarteirões para chegar à igreja. De repente, cerca de 15 mirins, todos cheirando cola de sapateiro, surgiram na esquina. Pararam na calçada do outro lado. O chefe do grupo mandou que ficassem e veio sozinho em nossa direção. Minha irmã quis se desesperar. Olhei para ela e disse: tudo o que ele pedir entregue. Não corra.

Em seguida comecei a orar. Concentrei-me profundamente em pedir ao Senhor que nos protegesse e que nada de mal nos acontecesse ou nos fosse roubado. Vi o vulto do garoto passar entre nós, mas não escutei o que ele falou. Continuamos andando.

Os mirins são extremamente violentos e agressivos. Mas este não o foi e nem deixou que os outros nos fizessem mal. Quando seus companheiros tencionaram atravessar a rua em direção à calçada em que estávamos, ele os impediu através de um sinal de mão.

Quando estávamos já na esquina, ao lado da igreja resolvi olhar para trás. O garoto-chefe estava sozinho parado com os braços cruzados, olhando para nós. O silêncio foi quebrado com a pergunta de minha irmã: “você ouviu o que aquele garoto falou quando passou entre nós?” E ela completou “com vocês ninguém vai mexer!”

O Senhor ouviu nossas preces, não nos fizeram nenhum mal, nem nos roubaram nada. Alguns minutos mais tarde, já na igreja e durante a reunião, vivi outra experiência. Mas esta, guardo só para mim. A única coisa que posso dizer é que vivi a mais dura experiência religiosa da minha vida.

Compreendi que a experiência vivida com os mirins foi uma oportunidade de aprendizado espiritual. Deus estava me preparando para uma situação mais crítica. Então, o que ecoava na minha mente era aquela frase “com vocês ninguém vai mexer”. Foi esta frase que me deu forças a partir daquele dia. Tenho tido muitas experiências reais com Deus e é isto que me permite não duvidar de Sua existência, nem do Seu amor, nem de Sua aprovação.

Com Ele aprendi que mesmo pequena posso ser um gigante, mesmo quando triste chorarei amparada. Quando Lhe busco Ele transforma meu medo em coragem. As dores íntimas de minha alma encontram conforto quando me inclino em Sua presença. Com Ele a solidão se dissipa, as feridas cicatrizam, as lágrimas recebem consolo. Aprendi que não é a minha perfeição que Ele quer, mas o meu amor. Aprendi que sou amada por meu Deus, a menina dos Seus olhos...

Tenho muito ainda que aprender sobre Ele. Às vezes não consigo entender Seu silêncio. Outras vezes, teimo em não aceitar Suas respostas. Estou, porém, consciente que este será um tema para toda uma eternidade.

Nem o tempo, nem o que ou o quanto são importantes. O mais importante é ter a possibilidade de conhecê-LO e ter um relacionamento pessoal com este Deus Amigo e Fiel. Há algo dentro de mim que riqueza nenhuma, conhecimento humano algum poderá jamais satisfazer em sua plenitude. Por isso, aceito a proposta de vida que Deus me fez em Jesus, porque é simples assim. Creio e isto é o que me faz realmente feliz.

Que Deus abençoe você, que inunde seu coração do mais puro amor e da mais profunda paz. Que Ele visite seu lar hoje e lhe dê a certeza de que você Lhe é muito especial.




Conheça mais sobre a autora: Ruth ...